Despaixão ou catarse adiada

A vidraça enegrecida fita-me de volta. Lá fora, Lisboa quase adormecida recolhe as garras. Nas pontas dos meus dedos, as teclas ásperas do costume ronronam. Continue a ler “Despaixão ou catarse adiada”

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Como os sonhos nos perseguem ou somos ecos

E se os quarenta fossem hoje? Agora? E os planos substitutos, os desejos por agora e o anonimato fantasias? Somos fantasmas daquilo que nunca seremos. Esta sou eu: uma folha em branco inconsciente de si mesma. Continue a ler “Como os sonhos nos perseguem ou somos ecos”