Estórias imperdíveis: os géneros são passado?

Os binários são para computadores, os géneros para o passado, ou pelo menos assim parece nas estórias que, esta semana, desafiam a norma. Bem-vindo ao futuro e à genuína liberdade de expressão?

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Caleb e Kai têm 5 anos, são gémeos, biologicamente rapazes e, segundo os seus pais, membros do grupo crescente de crianças inglesas de género neutro.

A tradicional dualidade associada ao género está a ser substituída pela liberdade de escolha e acção, reporta o The Independet.

“Esta neutralidade significa que os pais permitem o uso de brinquedos e roupas ligadas a qualquer um dos géneros clássicos, independentemente, do sexo da criança“, explica Megan Perryman, membro da campanha Let Toys Be Toys [Deixem os brinquedos serem brinquedos, na tradução portuguesa.]

Caleb e Kai vestem-se de princesas e piratas, pintam as unhas e desfrutam de carrinhos.

Os pais esperam que esta abertura estimule a sua imaginação e a sua capacidade de desafiar a norma.

Do outro lado do grande lago, são os adolescentes a assumir as rédeas da discussão e a decidir a queda da convenção.

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O liceu de Santee, no sul de Los Angeles, nos Estados Unidos da América, é a primeira escola pública, na cidade, a acolher casas de banhos neutras.

15 cubículos compõem o espaço onde todos são bem-vindos. 

A transformação é fruto de uma campanha promovida pela Aliança Gay-Heterossexual da secundária em causa, depois de um funcionário ter impedido a entrada de um estudante transgénero num dos lavabos.

A recolha de 700 assinaturas de alunos e professores garantiu a troca dos sinais que indicavam o uso feminino das casas de banho por etiquetas indiferentes ao género do utilizador.

Em outras cidades norte-americanas, os W.C. neutros já não são prática desconhecida. O espaço de Santee é, até agora, o maior, confirma a Fusion.

Mais: Some Hong-Kong women would rather die alone then date Hong Kong men por Vivienne Chow, na Quartz | Two years since the Chibook girl’s abduction, na United Nations Population Fund | What if you couldn’t go to the bathroom por Ingrid Nilsen (vídeo).

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