Salada de estórias: 11 de Abril

A votação do pedido de destituição de Dilma Rousseff, o lucro de 1176 milhões com a renegociação das PPP e a explosão de três bombistas suicidas na Rússia marcam esta segunda-feira a par de duas outras estórias bem menos convencionais.

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Uma crise cada vez mais desumanitária 

Bulgária não. Voltem para a Turquia“, grita um dos vigilantes, no vídeo amador difundido pelo canal búlgaro BTV.

Filmado na fronteira da Bulgária com a Turquia, o clip mostra a detenção, alegadamente, ilegal, de três migrantes por um grupo de vigilantes.

De mãos atadas e obrigados a ficarem deitados, os homens ouvem insultos dos voluntários.

Na semana passada, a polícia búlgara premiou a actuação desta patrulha voluntária, após a detenção de 23 refugiados, recorda a BBC.

Os vigilantes estão envolvidos no combate à entrada de migrantes, desde o início deste ano.

95 dos 269 quilómetros de passagem entre a Bulgária e a Turquia estão, hoje, separados por uma cerca de arame.

[Para quando uma cortina de ferro?]

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Por falar em imortalidade…

São os pobres nova-iorquinos os que de maior esperança média de vida desfrutam, nos Estados Unidos da América.

O estudo publicado no Journal of the American Medical Association revela que a diferença entre a esperança média de vida associada ao quarto da população americana mais rica e o quarto mais pobre é de 15 anos.

Em Nova Iorque, esta discrepância desce, contudo, para 4.8 anos, confirma a Quartz.

Os pobres desta cidade são, ainda, os que mais vivem relativamente às classes sociais correspondentes em 100 outras grandes cidades.

O segredo está na elevada carga fiscal e, consequentemente, no grande investimento público nos serviços sociais ao dispor destes sectores populacionais.

As políticas agressivas anti-tabaco e a proibição das gorduras trans ordenada pelo Michael Bloomberg são outros dos factores relevantes para esta longevidade.

O estudo nacional concluiu, ainda, que o preço elevado da habitação e a grande densidade populacional contribuem, igualmente, para este fenómeno.

Mais: Palmyra must not be fixed. History would never forgive us por Jonathan Jones, no The Guardian | Genetic superheroes walk among us, but shh! No one can tell ‘em por Sarah Zhang, na Wired.

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