Estórias imperdíveis: o futuro é agora

À porta de um novo ano, espreitamos os avanços científicos que nos têm colocado, directamente, no futuro. Marte é hoje mais popular do que nunca. Estaremos prontos para o conhecer?

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Poupar recursos e aperfeiçoar cada peça mecânica envolvida na complexa estrutura de um motor de um foguetão são as vantagens da mais recente aposta da NASA: a impressão 3D.

O sucesso do lançamento do foguetão Falcon 9 é um passo determinante no desenvolvimento desta tecnologia.

75 por cento do motor deste equipamento foi gerado por uma impressora 3D capaz de garantir a precisão, imperativamente, implicada no recorte das diferentes partes de uma nave espacial.

A alta pressão e a grande velocidade a que são submetidos exigem a perfeita escultura destes mecanismos.

A impressão 3D permite além de tudo a redução dos custos implicados na fabricação destas estruturas singulares.

Da cerâmica ao metal, esta impressora estimulará, por isso, o potencial comercial do negócio do espaço, avança a Quartz.

A sua elevada atenção ao pormenor possibilitará, ainda, a criação de motores mais potentes, ideais para a tão esperada missão a Marte.

Já em preparação para tal excursão galáctica, uma equipa de cientistas está a testar, nos terrenos desertos da Antárctica, os efeitos do isolamento nas atitudes humanas.

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“Não há variação na paisagem exterior, mas, também, não há variação na paisagem social. No Inverno, só há 12 de nós e ninguém mais“, comenta Nathalie Pattyn, investigadora responsável pelo estudo dos efeitos das condição ambientais difíceis em comunidades pequenas.

Perdidos numa vastidão nívea e plana, os cientistas confrontam-se com o dia constante, durante o Verão polar, e com a noite permanente, no Inverno.

Uma vez na Estação Espacial Internacional e mesmo no caminho para Marte, os astronautas terão de lidar com condições luminosas semelhantes que ameaçam os padrões de sono e, consequentemente, os seus comportamentos.

Luz forte, no Inverno, e cápsulas de melatonina, no Verão, são as soluções que Pattyn está a explorar, segundo a BBC.

A missão a Marte durará, no mínimo, dois anos.

O isolamento que lhe está, irremediavelmente, associado tem de ser atenuado ou o sucesso da viagem pode mesmo ficar comprometido.

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