Histórias reais, brevemente, levadas ao grande ecrã

A poucos meses do final de 2015, são, ainda, muitos os êxitos cinematográficos a aproveitar. Nas suas últimas idas ao cinema do ano, aproveite para conhecer as histórias verídicas que andarão a fazer sucesso no grande ecrã mais próximo de si.

Qual a sua posição na lista negra?

Trumbo de Jay Roach segue um dos períodos mais conturbados da História de Hollywood: a guerra fria.

Dalton Trumbo, guionista desde o início dos anos 30, recusa declarar-se, pouco mais de uma década depois, anti-comunista perante o Congresso norte-americano, o que lhe custaria a sua posição na indústria cinematográfica.

Desempregado pela censura rígida, Trumbo encontra nos outros membros da infame lista negra a inspiração necessária para, a partir da penumbra, continuar a iluminar os rostos dos milhões de espectadores dos seus filmes.

A fita protagonizada por Bryan Cranston (o ilustre Walter White de Breaking Bad) estreia, nos Estados Unidos da América, no início deste mês, mas só deve chegar a Portugal em Fevereiro do ano seguinte.

Depois do Pulitzer, Hollywood 

O mais antigo diário dedicado à investigação jornalística, nos Estado Unidos, The Boston Globe, enche a ribalta numa fascinante corrida à cacha pelos olhos do realizador Tom McCarthy.

Protagonizado por Mark Rufallo, Rachel McAdams, Walter Robbinson e Michael Keaton, Spotlight leva-nos à redacção da estória que desvendaria múltiplos e prolongados casos de abuso no seio da igreja católica de Boston.

O trabalho galardoado com um Pulitzer viria, mesmo, a significar a demissão de alguns representantes e a colocar sob escrutínio cerrado as relações estabelecidas entre o governo e a instituição religiosa em questão.

O filme de McCarthy (a estrear, por cá, a 14 de Janeiro) deixa, de facto, antever uma incrível contribuição para o ânimo da profissão em causa, constituindo, quem sabe, um segundo All the president’s men de Pakula (1976).

O mundo não te deve nada

Jennifer Lawrence volta a contracenar com Bradley Cooper em Joy, o relato da luta de uma mãe solteira que se tornaria numa empreendedora de sucesso.

A fita de David O. Russell promete dar a conhecer gerações oprimidas pela necessidade que, finalmente, vêem surgir no seu seio uma matriarca poderosa e confiante.

A estrear nos cinemas portugueses nos primeiros dias de Janeiro, Joy salienta a conquista como resultado do trabalho duro e, como tal, em nada devedora a qualquer sorte imérita.

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