Salada de estórias: 09 de Novembro

O atraso na divulgação dos resultados das eleições de Myanmar, o Dia Nacional do Salário Igualitário e os níveis recorde de poluição, na China marcam esta segunda-feira a par de duas outras estórias bem menos convencionais.

Contestant Johnny Fuentes prepares his Barbie doll

A Barbie tem os dias contados (e com razão)

“Quando a menina está a brincar com uma Barbie, imagina tudo o que pode ser”, anuncia a nova campanha publicitária de um dos brinquedos mais populares de todos os tempos.

O reinado da Barbie pode, contudo, ter os dias contados. Só em 2014, as vendas diminuíram 16 por cento. 

Brincar com a ilustre boneca pode, de facto, significar a limitação das perspectivas futuras, avança um estudo da Oregon State University.

As meninas dos quatro aos sete anos que preferiram outros brinquedos conseguiram identificar uma variedade superior de potenciais carreiras.

As crianças que se ficaram pela Barbie consideraram muitas destas opções profissionais inviáveis, confirma Marianne Cooper, The Atlantic.

A hiper-sexualização do brinquedo e do seu vestuário pode, segundo os investigadores, implicar um maior foco no aspecto físico em detrimento do apuramento intelectual.

Neste sentido, outra pesquisa referida pela revista salienta que a objectualização sexual precoce pode resultar num desempenho escolar inferior.

Cooper termina distorcendo o mantra da empresa de brinquedos: “Podes ser tudo o que quiseres, mas certifica-te de que estás bonita e sexy”, escreve.

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Os nossos novos chefes

Em breve, os robots, artificialmente, inteligentes estarão aptos a assumir os cargos de gestão e chefia que hoje apenas aos humanos são confiados.

No Facebook, os treinadores destes dispositivos inteligentes certificam-se, por agora, da eficácia dos serviços de entrega e distribuição atribuídos a estes assistentes, mas pouco falta para a inversão desta hierarquia.

A evolução tecnológica deixa, efectivamente, antever uma nova profissão: assistente de robot. 

O humano será útil, somente, enquanto certificado de eficácia e decifrador de sintaxes mais complexas, propõe a Quartz.

Um estudo do M.I.T. chega, mesmo, a concluir que os funcionários (humanos) estão mais receptivos às ordens monocórdicas e igualitárias de um chefe robotizado, pelo que a substituição não deverá demorar.

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