Séries canceladas que o Netflix vai ressuscitar

2016 será, certamente, um ano em grande para o Netflix. Com cerca de 70 séries originais agendadas, o serviço propõe agora o renascimento de alguns dos programas que mais saudades têm causado. A Fortune anuncia seis. O Estórias destaca os dois que maior entusiasmo estão a gerar pelo mundo fora.

A

13 episódios com a casa [mais] cheia

A família Tanner regressa ao pequeno ecrã, numa temporada de 13 episódios que proporá a inversão da premissa original da série televisiva Full House.

Em 1987 (e até 1995), um jovem viúvo aventurara-se na dura missão da paternidade de três crianças com o auxílio desastrado do seu cunhado e de um dos seus amigos de infância.

Hoje, reanimado sob a designação de Fuller House, o programa acompanhará as peripécias de uma mãe viúva que, demasiado ocupada, se vê obrigada a pedir apoio à sua irmã e à sua melhor amiga.

A nova série será protagonizada por Candace Bure, no papel principal de D.J.Tanner-Fuller (a mãe), Jodie Sweetin, como Stephanie Tanner (a irmã), e Andrea Barber, na pele de Kimmy Gibbler (a melhor amiga).

O elenco mais velho mantém-se relativamente ao programa original, que terminou passadas oito temporadas.

As participações juvenis são, por outro lado, totalmente novas à narrativa.

B

De volta aos jantares de sexta (às Pop Tarts e ao Luke’s)

Em quatro episódios de hora e meia cada, Amy Sherman-Palladino poderá, por fim, dar o desenlace merecido às inesquecíveis personagens de Stars Hollow, a cidade idílica perdida no Connecticut entre o privilégio, o esforço e profunda normalidade que hoje tanto escasseia, nas produções de Hollywood.

O regresso de Gilmore Girls oferecerá a curta continuação da história de Lorelai (Lauren Graham) e de Rory (Alexis Bledel) que, durante sete temporadas (de 2000 a 2007), animou multidões de fãs convictos.

A relação de uma mãe solteira que recusa os grilhões do privilégio e a sua filha adolescente, cuja determinação sempre foi muito apreciada é, desta feita, reanimada pelos mesmos rostos que, há oito anos, lhes deram vida.

Em 2007, ainda antes da temporada final, Sherman-Palladino tinha sido afastada do projecto.

Rory e Lorelai haviam, por isso, merecido finais abertos, nada satisfatórios.

Este investimento do Netflix é, assim, um esforço no sentido da correcção do final de uma das relações maternais menos convencionais do pequeno ecrã.

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