Salada de estórias: 5 de Outubro

A vitória da coligação Portugal à Frente, a celebração – sem direito a feriado – da Implantação da República e o atentado do Estado Islâmico ao Arco de Triunfo de Palmira marcam esta segunda-feira a par de duas outras estórias bem menos convencionais.

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Seis horas de trabalho, o mesmo ordenado. Quando começamos?

Na Suécia, as seis horas diárias de trabalho estão a tornar-se uma tendência a manter debaixo de olho.

“Permanecer concentrado numa tarefa especifica durante oito horas é um desafio enorme”, reforça Linus Feldt, presidente da Filimundus, uma empresa sediada em Estocolmo que se dedica à criação de aplicações para telemóvel.

Feldt pediu à sua equipa que eliminasse as distracções pessoais e evitasse o uso de rede sociais, no local de trabalho, para que, em menos horas, se conseguissem concretizar as mesmas taxas de produtividade.

A iniciativa da Filimundus não é inédita e está mesmo a migrar para o sector público.

Num lar público, a equipa de enfermagem passou a exercer menos duas horas e manteve o mesmo salário.

Embora tal transição tenha significado o aumento dos custos com os recursos humanos, o cuidado registou melhorias significativas, já que os enfermeiros estavam menos exaustos, confirma a The Fast Company.

A tower of used books

 Na Nigéria, os livros querem novas casas

Há 16 anos no mercado dos livros usados, Wale Rasaki, presidente da Book liquidator ventures, um armazém-livraria em Lagos, na Nigéria, vende milhares de exemplares, num país em que a “a leitura não é levada a sério”.

A queda dos níveis da educação, a intensificação do materialismo, as distracções virtuais e, paradoxalmente, a extrema pobreza têm afastados os nigerianos das grandes (e caras) livrarias, cujas vendas diminuem a olhos vistos.

Cerca de 70 por cento da população desta república africana vive com menos de um dólar por dia. Os livros são tomados como objectos de luxo: dispensáveis.

O negócio de Rasaki tem, contudo, florescido.

Nos primeiros 60 dias depois da chegada de cada carregamento, oito por cento das novas aquisições são, rapidamente, consumidas, revela o vendedor à The New Yorker.

A popularidade do negócio dos livros em segunda mão está em franco crescimento, fornecendo a oportunidade ideal aos leitores com fraco poder de compra.

Para ouvir: Snow calls silence de Polar M

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