Salada de estórias: 07 de Setembro

A queda da confiança dos investidores na zona euro, o protesto, em Bruxelas, dos agricultores contra a baixa dos preços de alguns dos mais importantes produtos dos sector agrário da União e o fim das medidas austríacas que permitiram a entrada de milhares de refugiados no espaço europeu marcam esta segunda-feira a par de duas outras estórias bem menos convencionais.

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Uma livraria, um livro

Em Ginza, um dos distritos de Tóquio, no Japão, mais conhecidos pelas suas lojas de luxo e restaurantes, abriu uma livraria que propõe uma solução interessante para o eterno dilema que é a escolha de um livro numa qualquer loja a abarrotar de exemplares.

Na Morioka Shoten, a cada seis dias, está disponível um único título.

De terça-feira a sexta, são organizados debates e reuniões, algumas delas com o próprio autor, que estimulam a entrega do leitor à obra seleccionada.

Yoshiyuki Morioka, proprietário do peculiar estabelecimento, revela ao eBook Friendly que a meta deste projecto inesperado é a expansão do prazer da leitura.

“Cada livro merece ser lido” é o mantra da loja, que, desde Maio deste ano, renova, semanalmente, a sua oferta única e limitada.

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A idade do seu corpo

Um grupo de investigadores da King’s College, em Londres, desenvolveu um método científico capaz de testar o processo de envelhecimento e avaliar a sua “idade biológica”.

A pesquisa facilita, assim, a previsão do risco de demência e da possível data da morte de cada indivíduo, revolucionando a medicina, o Estado social e o negócio dos seguros de vida.

À BBC, os cientistas contam que é mais útil considerar esta “idade do corpo” do que uma data de nascimento.

O estudo partiu da comparação de 54.000 marcadores dos genes de pessoas saudáveis, mas sedentárias, entre os 25 e os 65 anos de idade.

Uma das suas primeiras conclusões é a de que ficar no sofá, embora contribua muito pouco para a saúde, não estimula o envelhecimento.

Para Simmons, um dos professores envolvidos na investigação, a descoberta que se está a gerar poderá levar-nos “a não prestar tanta atenção à reforma e a aproveitar, plenamente, um dia de cada vez”.

Mais: What Syrian refugees carry in their bags as they leave their lives behind por Olivia Goldhill, na Quartz.
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