Salada de estórias: 27 de Julho

O início das negociações helénico-europeias para o terceiro resgate, a intensificação dos conflitos entre turcos, rebeldes curdos e Estado Islâmico e a abertura em queda da bolsa chinesa marcam esta segunda-feira a par de duas outras estórias bem menos convencionais. 

Engenheiros apostam nas lutas de robots

No edifício abandonado de West Oakland, Gui Cavalcanti, Andrew Stroup, Matt Oehrlein e Brinkley Warren preparam a sua orgulhosa criação para a sua primeira grande apresentação.

“Queríamos deixar os nossos empregos aborrecidos e construir algo que o mundo nunca tivesse visto”, revela Oehrelin à Quartz.

Hoje, dois anos após o início desse projecto ambicioso , o MegaBot está pronto para a batalha, que os seus criadores querem transformar numa verdadeira liga desportiva planetária.

A liga de luta de robots é parte da “concretização dos sonhos de infância” na qual estes quatro engenheiros apostaram, quando decidiram escapar à lógica empreendedora de Silicon Valley.

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O Netflix sustenta-se à antiga

O Netflix conta, actualmente, com 65 milhões de subscritores do seu serviço de streaming em mais de 50 países. Nos próximos 18 meses, planeia expandir o seu domínio mundial.

Esse crescimento será, contudo, financiado não pelas receitas do negócio já estabelecido, mas pelo lucro gerado pelo pre-existente – e ainda sobrevivente – sistema de aluguer de DVDs por correspondência.

Esta última divisão, embora em declínio, continua a somar, todos os anos, milhões de dólares em lucro. Hoje, tem, somente, 5.3 milhões de subscritores, mas recebe, ainda, a total confiança desse gigante empresarial que promete invadir todos os mercados do entretenimento.

As mãos humanas foram substituídas pelos braços mecânicos capazes de organizar 3.400 discos por hora. Os 25 empregados que a secção mantém trabalham, essencialmente, na sua manutenção.

“O que é interessante é que, apesar de estar a morrer lentamente, ainda há uma enorme procura”, revela Hank Breegmann, gerente do departamento ao The New York Times.

Os seus utilizadores concentram-se, genericamente, em zonas rurais, onde o acesso à Internet é complicado. Há, todavia, também aqueles que o preferem em virtude da maior selecção de títulos incomuns.

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